15 julho 2010

Na volta, as mesmas lembranças

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O retorno do modorrento Brasileiro de pontos corridos deixou todos nós torcedores ansiosos. Foram 40 dias sem aquele glorioso futebol de verdade e com uma Copa de nível técnico baixíssimo - na verdade, pareceu um Carnaval sem samba essa Copa. Eis que, na quarta-feira, o Corinthians foi enfrentar o Ceará na casa lotada do adversário, e aquilo que tinha de tudo para ser um jogaço por valer a liderança isolada serviu para nos trazer de volta vários aborrecimentos do primeiro semestre.

Antes, vale ressaltar que ambos os times pareciam estar com a marcha emperrada. Erros de passe grotescos, chutes sem nenhuma direção e muita sonolência. Do nosso lado, apenas Bruno César mostrou alguma vontade habitual e foi o responsável direto pelas principais jogadas de pouco perigo do Timão. Também continua impune a pancadaria contra nossos jogadores. Assim, passou-se um mês de treinamentos para que o time jogasse um futebolzinho de quinta categoria.

Algumas outras recordações daquilo que estava faltando no Coringão antes da parada para a Copa? Ausência do Jucilei no meio, ausência do Danilo no planeta Terra, ausência de futebol no Iarley, ausência de vontade (e talvez de caráter) no Defederico, ausência de velocidade da dupla de zaga e, principalmente, ausência de noção tática do treinador. Como, meu São Jorge, o sujeito troca Danilo por Tcheco e Iarley por Souza? Que carajos de substituições imbecis são essas? Isso sem contar o time titular, que entrou em campo com dois anões no ataque e não conseguia chegar à área do inimigo.

Só para não ficar com a fama de ranheta, digo que estou cada vez mais convencido de que finalmente encontramos um camisa 9 decente nas categorias de base. Isso não acontecia desde Viola, pelo menos no meu entender. Que esse moleque corresponda à expectativa de milhões de corinthianos e desbanque esse monte de sem-vergonha que anda encostado no Parque São Jorge, mamando nas tetas de Sanchez, Roxemberg e turba.

Domingo é ganhar ou ganhar no Pacaembu. Vai, Corinthians!

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*Alerta: Este blogue tende a ficar meio às moscas daqui até outubro. Teremos atualizações esporádicas, geralmente depois dos jogos ou caso alguma coisa grave aconteça. Não me condenem, a culpa é do capitalismo.

7 comentários:

Bruna F. C. disse...

Tbm tô confiante no William Morais, ontem já rolou uma jogada bonita e fez muito mais que Defederico!

E é brincadeira o Mano deixar Jucilei no banco. O Negão tem que ser titular sempre!
Só uma ressalva...ontem o Mano não tinha opção no ataque mesmo, que depois de 30 dias para se recuperar a gente conseguiu voltar com desfalques.

Ayrton disse...

Claudinho, meu filho, o que mais me assusta é perceber que você tem razão.Esse Mano está brincando com a nossa paciência.Depois de 40 dias me apresenta todo lixo que montou reforçado pelo asno do Alessandro, prepotente do Chicão e assessoria do Ralf que não sabe o que faz com a bola.O pior de tudo é que tiramos esse tecnico anti futebol e vamos contratar outra porcaria igual.

Filipe disse...

Nem vale a pena tentar entender essas substituições.
E VIVA O TERRÃO!!!

No mais, o time está aguentando até o final do jogo, e isso é bom sinal.
Tiraram o falso preparador físico e a coisa tende a evoluir nesse quesito...

É DOMINGÃO!!!

VAI CORINTHIANS!!!

storm disse...

Achei o mlkinho bom tb, no amistoso semana passado ele tb emtrou bem no jogo, vamos torcer, acho que o Elias ta muito cuzão, parece que ta abaldo pq ainda ta no Clube, fdp, vaza logo, e o porpeta ta de sacanagem tb, porra o cara ficou comendo fejuca e tomando RedLabel na Copa??

storm disse...

Rosenberg cura "alergia" para ter estádio em Itaquera
16 de julho de 2010 • 12h14

Luis Paulo Rosenberg não se enquadra no estereótipo do torcedor corintiano. Economista com PhD pela Universidade de Vanderbilt, dos Estados Unidos, o diretor de marketing do Corinthians vestiu terno e gravata para proferir uma palestra no luxuoso WCT Business Club nesta sexta-feira. E contou a um grupo de executivos que passou a ser favorável à construção de um estádio em Itaquera após se livrar de alguns preconceitos.

"De acordo com todas as estatísticas, São Paulo está crescendo na direção da Zona Leste. Confesso que eu tinha aquela alergia à Itaquera, comum a quem mora em Higienópolis, mas isso passou", sorriu Rosenberg, confrontando uma área considerada mais nobre da cidade de São Paulo (Higienópolis) com outra popular (Itaquera), reduto de corintianos.

Por enquanto, a única proposta para aquisição de estádio analisada pelo Conselho Deliberativo do Corinthians foi a apresentada recentemente pelo conselheiro Edgard Soares. O projeto prevê a construção de uma arena com 56.000 lugares, a 1.800 metros do Parque São Jorge, entre a Avenida Aricanduva e a Marginal Tietê. As obras ficariam a cargo da Hochtief e da EIT e seriam custeadas pelo Bano Banif. Em troca, os investidores receberiam o direito de nomear o estádio por 10 anos e de comercializar 15.000 cadeiras cativas.

Rosenberg é contrário à arena de Guarulhos. Ele sequer compareceu à reunião que abordou o assunto na noite de quinta-feira. "Ainda não tive nenhum feedback sobre a reunião. Então o prazo agora para o estádio de Guarulhos é de 60 dias?", perguntou, desinteressadamente, enquanto caminhava para conversar com os trainees do WCT. Com o novo prazo, a diretoria do Corinthians ganhou tempo para viabilizar um projeto de estádio em Itaquera.

Segundo o presidente Andrés Sanchez e Luis Paulo Rosenberg, os principais problemas da arena de Guarulhos são o tamanho (pretendem construir um estádio para até 45.000 torcedores, e não para 56.000) e a cessão das 15.000 cadeiras cativas aos investidores. O diretor de marketing ainda insinuou um possível superfaturamento. "Estou tentando construir um estádio com o preço de R$ 6 mil por cada assento. E vai dar. Outros projetos orçam entre R$ 10 mil e R$ 15 mil. Para onde será que vai essa diferença?", perguntou.

O dirigente também citou uma vantagem da utilização do terreno do Corinthians em Itaquera (cedido pela Prefeitura de São Paulo), que seria de fácil acesso para os torcedores. "O povão chega fácil e ainda é perto do metrô. Para a classe A, agora existe o Rodoanel. Vamos estudar o melhor para o Corinthians", concluiu Rosenberg, que precisará utilizar a rodovia se a sua ideia for aprovada pelo Conselho Deliberativo.

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Agora pergunto, como esse animal ainda está no Clube, o cara só fez merda, só fala merda, sabe porraq nenhuma de Corinthians, vaza seu lixo, o cara é um que ta querendo transformar o Corinthians em um lixo, abadá do uniforme, alergia a Itaquera, ingresso caro, camisa roxa, tem que tirar esse imbecil de lá....

E detalhe pro preconeceito da reportagem(diga-se é daquela medrda da Gazeta falida):

''Luis Paulo Rosenberg não se enquadra no estereótipo do torcedor corintiano.''

Nego não aprende mesmo.

abs ae Claúdio

storm disse...

Rosenberg cura "alergia" para ter estádio em Itaquera
16 de julho de 2010 • 12h14

Luis Paulo Rosenberg não se enquadra no estereótipo do torcedor corintiano. Economista com PhD pela Universidade de Vanderbilt, dos Estados Unidos, o diretor de marketing do Corinthians vestiu terno e gravata para proferir uma palestra no luxuoso WCT Business Club nesta sexta-feira. E contou a um grupo de executivos que passou a ser favorável à construção de um estádio em Itaquera após se livrar de alguns preconceitos.

"De acordo com todas as estatísticas, São Paulo está crescendo na direção da Zona Leste. Confesso que eu tinha aquela alergia à Itaquera, comum a quem mora em Higienópolis, mas isso passou", sorriu Rosenberg, confrontando uma área considerada mais nobre da cidade de São Paulo (Higienópolis) com outra popular (Itaquera), reduto de corintianos.

Por enquanto, a única proposta para aquisição de estádio analisada pelo Conselho Deliberativo do Corinthians foi a apresentada recentemente pelo conselheiro Edgard Soares. O projeto prevê a construção de uma arena com 56.000 lugares, a 1.800 metros do Parque São Jorge, entre a Avenida Aricanduva e a Marginal Tietê. As obras ficariam a cargo da Hochtief e da EIT e seriam custeadas pelo Bano Banif. Em troca, os investidores receberiam o direito de nomear o estádio por 10 anos e de comercializar 15.000 cadeiras cativas.

Rosenberg é contrário à arena de Guarulhos. Ele sequer compareceu à reunião que abordou o assunto na noite de quinta-feira. "Ainda não tive nenhum feedback sobre a reunião. Então o prazo agora para o estádio de Guarulhos é de 60 dias?", perguntou, desinteressadamente, enquanto caminhava para conversar com os trainees do WCT. Com o novo prazo, a diretoria do Corinthians ganhou tempo para viabilizar um projeto de estádio em Itaquera.

Segundo o presidente Andrés Sanchez e Luis Paulo Rosenberg, os principais problemas da arena de Guarulhos são o tamanho (pretendem construir um estádio para até 45.000 torcedores, e não para 56.000) e a cessão das 15.000 cadeiras cativas aos investidores. O diretor de marketing ainda insinuou um possível superfaturamento. "Estou tentando construir um estádio com o preço de R$ 6 mil por cada assento. E vai dar. Outros projetos orçam entre R$ 10 mil e R$ 15 mil. Para onde será que vai essa diferença?", perguntou.

O dirigente também citou uma vantagem da utilização do terreno do Corinthians em Itaquera (cedido pela Prefeitura de São Paulo), que seria de fácil acesso para os torcedores. "O povão chega fácil e ainda é perto do metrô. Para a classe A, agora existe o Rodoanel. Vamos estudar o melhor para o Corinthians", concluiu Rosenberg, que precisará utilizar a rodovia se a sua ideia for aprovada pelo Conselho Deliberativo.

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Agora pergunto, como esse animal ainda está no Clube, o cara só fez merda, só fala merda, sabe porraq nenhuma de Corinthians, vaza seu lixo, o cara é um que ta querendo transformar o Corinthians em um lixo, abadá do uniforme, alergia a Itaquera, ingresso caro, camisa roxa, tem que tirar esse imbecil de lá....

E detalhe pro preconeceito da reportagem(diga-se é daquela medrda da Gazeta falida):

''Luis Paulo Rosenberg não se enquadra no estereótipo do torcedor corintiano.''

Nego não aprende mesmo.

abs ae Claúdio

Filipe disse...

Enfia a alergia no cu, roxembergue.
Ontem no 100 anos de história demos uma sova neste aí.

Aliás, curiosidade: juquinha também é higienópolis.
"Higienistas".
Em suma, bambis nazistas.