19 novembro 2010

Preta, pretinha


Minha preta é minha ídala, porque você sabe que vai idolatrar alguém quando toma um tapa no peito logo quando vê. Minha preta é minha mestra, minha prô preferida que eu nunca tive, porque ela me ensina ainda que eu, teimoso ou burro, insista em não aprender quase nada. Ela é mestra minha e de meio mundo, uma alma valiosa, uma missionária, uma guerreira que poucos têm a sorte de estar ao lado. Minha preta é minha calma nos momentos em que preciso estancar essa afobação neural meio confusa que vira e mexe toma conta de mim. Minha preta é meu catalisador nos momentos em que tenho de acordar para a vida e tomar um rumo. Minha preta esteve comigo nos melhores e nos piores dias, como o feijão é do arroz. Minha preta entende como eu das loiras que vêm em grades e são postas à mesa. Minha preta faz o troço pegar fogo. Minha preta dá cor ao meu cinza. Minha preta é quem eu amo e quem manda no lote cardíaco desse amontoado que me forma. Por isso, minha preta merece tudo que eu posso e que não posso dar (mas gostaria) nesse dia que é só da minha preta.

Parabéns, pretinha! Amo-te!




2 comentários:

evao do caminhao disse...

você não vale nada, mas eu gosto de você

brigadim por cada taquicadim

é tu na viola?

bjo

mano du disse...

Veião,mando bem!VAI CORINTHIANS!