18 novembro 2009

Mão na consciência, Corinthians no coração


Quem ainda não está com o espírito armado, é mais do que a hora de se preparar para o Centenário do Sport Club Corinthians Paulista. Há algum tempo a gente vem dizendo entre os blogues amigos que 2010 será, talvez, o pior ano no que diz respeito aos ataques gratuitos, aos golpes e às tentativas de gente pequena se crescer às custas do nosso Manto Sagrado e da nossa bandeira.

Vou além e afirmo que aqueles de visão política progressista - e aqui neste espaço se discute sim política e futebol, até porque as coisas têm muita correlação - irão sofrer em dobro. A analogia entre o antilulismo (ou antipetismo e anticomunismo) ao anticorinthianismo é óbvia: são movimentos cujo foco de ataque é o mesmo - o povo - e cujos objetivos também são idênticos - defender os interesses da elite suja. Não à toa, tanto o Time quanto o Presidente das massas serão combatidos duramente pela abutraiada, invariavelmente por meio da mentira e sempre motivados pela inveja.

Para contra-atacar, precisamos basear nossas ações a partir daquelas antigas ideologias tão enfraquecidas nos últimos anos por conta da maléfica "modernidade", além de nos blindar (e ignorar) das informações vindas de fontes que não têm como único interesse o bem do Coringão. Esqueçam jornais, TVs, revistas e até frutos podres de laranjeiras plantadas na Cincinato Braga. Esqueçam os arautos da moralidade, as vozes soberanas da verdade. Vamos nos aprofundar cada vez mais no conhecimento da Nação Corinthians - e também da Nação Brasil, que neste ano abandonou sua síndrome de vira-latas -, trocando e disseminando idéias em prol do alvinegro. Uma hora ou outra, nossos gritos contra o roxo, contra o panetone, contra Prudente/MS e contra tudo que não estiver ligado às raízes corinthianas serão dominantes.

Destaco, finalmente, a nova seção do menu à esquerda deste blogue, chamada Corinthianismo, que irá reunir os textos que mais me chamarem atenção nesse sentido. Mais do que auto-explicativo, os três primeiros links são do Filipe, do AnarCorinthians, que faz um trabalho inédito e brilhante de recuperação histórica dos nossos primórdios, tão essenciais mesmo depois de cem anos de vida. O layout do troço ainda vai mudar, e tentarei deixá-lo mais participativo e abrangente.

À luta, família!